CoffeeLook, de Renato Falci, aproxima público do café especial


Considerada a bebida mais consumida em todo o mundo, o café tem atraído cada vez mais atenção dos consumidores e vem ganhando mais espaço não apenas no mercado, mas também na mesa e na vida das pessoas, que se mostram cada vez mais interessadas em conhecer as propriedades. É justamente a partir das inúmeras possibilidades de atuação com o café que o CoffeeLook tem norteado seu trabalho, ao longo dos seus 11 anos de trajetória. A iniciativa transcende a relação com o café para inspirar pessoas por meio de soluções criativas e projetos voltados para a experiência de consumo no mercado de cafés especiais. Em sua atuação no segmento, o especialista em Gestão de Projetos Renato Falci têm promovido ações que reafirmam o café como um estilo de vida, uma forma de se posicionar no mundo capaz de transmitir conhecimento, história, cultura e valores universais. 

 


CAFÉS ESPECIAIS
 
Para entender o termo “café especial”, cada vez mais presente nos cardápios das cafeterias espalhadas por Belo Horizonte, é preciso retornar ao final do século XIX, com o inicio da chamada Primeira Onda do Café. Esse movimento, que perdurou no início do século XX, é marcado pelo aumento significativo no consumo da bebida em todo mundo, mas um consumo marcado pelas características utilitárias da bebida como o estimulo de energia, melhoria de concentração e desempenho decorrentes da ingestão de cafeína.

 
Devido à exploração produtiva do insumo, não havia uma preocupação com a qualidade dos grãos e seus principais elementos, por parte do mercado e dos consumidores, gerando um mercado pautado por torras de café muito escuras, sabores amargos e bebidas pouco encorpadas.
 
Na década de 60, as máquinas de espresso se popularizam e passam a apresentar ao público uma variedade de bebidas à base de café, mas que levavam acréscimos variados, principalmente do açúcar, chocolate, chantilly e leite, que mascaram as características naturas da bebida. Tem-se então a Segunda Onda do Café, em que cafeterias como a Peet’s e a Starbucks passam a dominar o mercado e a difundir para um público mais jovem as possibilidades sensoriais e gustativas que ofereciam um novo mundo de aroma e sabores vindo dos grãos.
 
A Segunda Onda também marca um período em que o segmento como um todo percebe a necessidade de especialização de profissionais, com técnicas e conhecimentos específicos para potencializar a experiência do cliente com o café. É justamente dessa noção embrionária de uma “experiência de consumo” que se desenvolvem os alicerces da Terceira Onda do Café.
 
Mesmo que ainda recente, tendo tomado forma nos últimos 15 anos nos EUA e na Europa, e se popularizado nos últimos 5 no Brasil, a Terceira Onda surge como uma reação à massificação e padronização dos cafés, resultante do crescimento exponencial das cafeterias da Segunda Onda. Assim, o movimento reinventa as tradições produtivas do mercado instaurando a utilização de grãos puros e em perfeito estado, garante atenção às notas aromáticas de sabor e promove a especialização dos meios produtivos, que combinados resultam na criação do termo “café especial”.
 
De acordo com a Metodologia de Avaliação Sensorial da SCA (Specialty Coffee Association), respeitada instituição que define os padrões de avaliações, o Café Especial é todo aquele que atinge, no mínimo, 80 pontos em uma escala de pontuação que vai até 100. Neste processo, um Q-grader (profissional especializado na avaliação de cafés) analisa diversos atributos de uma safra de grãos como o aroma, a ausência de defeitos, a doçura, acidez, o sabor, o corpo, a harmonia e o chamado “conceito final”: uma impressão geral e particular sobre o café, que é atribuída pelo classificador, garantindo apenas um ponto de avaliação que seja subjetivo em todo o processo.
 
EXPERIÊNCIA DE CONSUMO


 

O sucesso das diversas casas especializadas em cafés preparados com os novos métodos e conceitos trazidos pela Terceira Onda evidenciam como a bebida tem, cada vez mais, caído no gosto do público mineiro. A atuação do CoffeLook procura, justamente, fomentar este cenário por meio de ações multidisciplinares criativas e inventivas que inspiram e estimulam as pessoas a conhecerem ainda mais os cafés especiais. 
 
Seja por meio de eventos, workshops, palestras, oficinas, consultorias, soluções em design, arte ou produção de conteúdo, Renato Falci combina sua experiência no segmento com todo o know-how técnico, histórico à sua bagagem cultural e pessoal, além do bom e profundo relacionamento com fazendas e cafeterias, para apresentar de forma criativa e descontraída as diversas possibilidades do universo do café.
 

“Considero que dentro de todo o universo do café a experiência de consumo passa, também, por um ritual. Desde o cultivo do pé de café, passando pelo processo de colheita, pela torra, chegando até o preparo do café pelos baristas e, porque não, o comportamento das pessoas ao degustar uma xícara, todo esse processo torna o café especial. Para mim, tomar café é uma forma de relaxamento, um momento de meditação e encontro comigo mesmo, mas este significado é diferente para cada pessoa. Acho interessante como às reuniões de negócio ficam mais leves diante de uma xícara, o quanto os amigos se sentem mais confortáveis ao compartilharem este ritual ou como as pessoas solitárias que caminham na rua tem um café em punho.”, compartilha Renato.
 
SOBRE O COFFEELOOK
 
O CoffeeLook transcende a relação com o café para inspirar pessoas por meio de soluções criativas e projetos voltados para a experiência de consumo e criação de identidade no mercado de cafés especiais. Em sua trajetória de 10 anos de atuação no no segmento, o especialista em Gestão de Projetos Renato Falci, sempre guiado pela inventividade, tem procurado quebrar o conservadorismo existente no mercado de café, trazendo para o segmento seu conhecimento e know-how adquirido depois de anos de atuação na área de moda, adaptando estes conceitos para um posicionamento da experiência de consumo do café como um estilo de vida. Desta forma, o CoffeeLook promove ações em esferas variadas de atuação, sejam elas workshops, palestras, consultorias, soluções em design, oficinas, produção de conteúdo ou soluções quaisquer envolvendo o grão.